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segunda-feira, 8 de junho de 2009

Hora do Conto - Rainha das Borboletas

O pai da Bibiana, que é designer gráfico, elaborou este magnífico livro com uma das histórias que trabalhámos na Hora do Conto.
Está espectacular!



Vivi, a Fadazinha da Esmeralda


"Nesta nova série de sete livros, Raquel e Cristina são chamadas ao País das Fadas para resolverem mais um mistério.


O Génio do Gelo roubou as sete pedras preciosas da coroa da Rainha Titânia e sem elas, as fadazinhas deixam de poder realizar magias.


As pedras preciosas têm de regressar rapidamente à coroa antes que as fadas percam por completo todo o seu poder mágico.


Raquel e Cristina estão dispostas a vencer todos os desafios para ajudarem as fadas a recuperar as pedras preciosas.


Neste terceiro livro da série, Cristina acompanha Raquel e o seu pai a uma grande loja de brinquedos, onde descobrem magia numa poça de água. Nessa poça vêem o que acontecerá no Futuro. As duas amigas compreendem logo que a Esmeralda está naquela loja e que precisam de ajudar a Vivi encontrá-la."

Verbo
in Dica da Semana

segunda-feira, 2 de março de 2009

Caderno dos Gatos





Vivem em nove belas Ilhas no meio do Oceano Atlântico.
Dizem ser o centro do Mundo, os últimos picos da Atlântida - O continente perdido, a terra de Neptuno.
Falam de forma diferente.
Cozinham a comida em buracos na terra, com o calor dos vulcões.
Fazem jogos com touros e perdem quase sempre.
Nadam com golfinhos.
Mergulham com baleias que antes caçavam em pequenos barcos e depois gravavam-lhes os dentes.
Há 500 anos que resistem a tremores de terra, tempestades com ventos de 250 Km por hora, a ondas do mar com 20m.
Pescam os maiores peixes do Mundo - espadartes e atuns.
Dividem terrenos com flores, principalmente hortências.
Criam vacas e chamam-nas pelo nome próprio.
Comem comida temperada com especiarias das Índias, Áfricas e Américas.
Festejam o "Espírito Santo", que dizem ser o seu "Senhor".
Usam uma ave - Milhafre - como seu símbolo, mas chamam-se Açorianos.

São uns estranhos e simpáticos loucos!

Beatriz Simões


Adivinhas


Qual é a coisa qual é ela que dá um pulo e se veste de noiva?




Qual é a coisa qual é ela que está no meio do ovo?


Bibiana Farinha

sábado, 17 de janeiro de 2009

Elmer, o elefante


Era uma vez um elefante, mas não era um elefante normal. Era um elefante às cores e aos quadrados.
Ele pregava partidas a toda a gente e os outros também pregavam a ele.
Um dia, pensou ele: "Vou pintar-me de cinzento para me parecer com os outros."
Todos diziam: "Olá, Elmer!"
Por fim, encontrou um arbusto cheio de bagas. Abanou-o até caírem todas ao chão.
Quando já estavam todas no chão, rebolou de um lado para o outro, sem parar.
Depois, com a sua tromba, pintou-se todo de cinzento.
Voltou e os animais disseram: "Olá, elefante!". E pôs-se ao pé da sua manada.
Deu um berro e assustou todos e começou-se a rir.
Até que uma nuvem apareceu, começou a chover e a tinta com que o Elmer se pintou começou a sair toda.
Agora comemora-se o dia do Elmer.
Os elefantes pintam-se Às cores e o Elmer pinta-se de elefante normal.


Tiago Gonçalves

Era uma vez um elefante que se chamava Elmer, que era aos quadrados e os outros elefantes eram diferentes.
O Elmer queria ser igual aos outros, por isso, foi apanhar frutos para se pintar todo.
Depois voltou para a manada.
Eles não o reconheceram, mas quando começou a chover, a cor desapareceu e os outros elefantes já o reconheceram.
Depois disso e sempre no mesmo dia, os elefantes pintam-se às cores.
Patrícia Santos


Estas foram algumas das histórias recontadas pela nossa sala, após o visionamento do filme através do datashow.





De seguida fizemos uma ficha de Matemática relacionada com o tema, pintámos elefantes para fazer um móbil e construímos um elefante através da colagem de diferentes materiais, de modo a podermos trabalhar as texturas e as diferenças.












sexta-feira, 28 de novembro de 2008

sexta-feira, 20 de junho de 2008

sexta-feira, 25 de abril de 2008

O Pinto Careca

Era uma vez um pinto careca que andava pelo monte à procura de comida e de fortuna.
Um dia, esgravatando na terra, encontrou uma bolasa cheia de moedas de ouro.
Admirado com tanta riqueza, pensou: Vou levá-la ao rei.
Com a bolsa às costas e muito animado, pôs-se a andar pelo caminho real.
Pouco depois, o Pinto chegou a um rio e, como não podia atravessá-lo, gritou:
- Afasta-te, rio, que quero passar!
Mas o rio continuou a correr como se nada fosse.
Assim, o Pinto bebeu toda a sua água e continuou a andar.
Mais adiante, o Pinto Careca encontrou uma coruja caída no chão e gritou:
- Voa coruja, que quero passar!
Mas a coruja não mexeu uma palha.
Assim, o pinto tragou-a inteira e continuou a andar.
Pouco depois, o Pinto Careca encontrou um pinheiro enorme que ocupava o caminho, e gritou:
- Tira-te daí, pinheiro, que quero passar!
Mas o pinheiro lá continuou plantado.
Assim, o Pinto engoliu-o inteiro e continuou a andar.
Em seguida, o Pinto encontrou uma raposa que se tinha deitado de um lado ao outro do caminho, e gritou:
- Fora daqui, raposa, que quero passar!
Mas a raposa não fez caso do que ele disse.
Assim, o Pinto Careca meteu-a pela boca, e seguiu andando.
Por fim, o Pinto Careca chegou ao palácio real, com a bolsa cheia de moedas e a barriga ainda mais cheia.
Fez-se anunciar, fez uma vénia e entregou o ouro a sua majestade, o rei.
O rei, que era um tacanho, contou as moedas mirando o pinto de esguelha, e pensou que seria uma pena se não aproveitasse para comê-lo num belo banquete.
Convidou-o a ficar no palácio e, com muita cortesia, mandou que os criados o acompanhassem ao galinheiro.
O Pinto Careca percebeu que aquilo era uma armadilha e, muito irritado, começou a gritar:
- Qui-qui-ri-qui, qui-qui-ri-qui, quero as minhas moedas já aqui!
E como abriu tanto o bico, a raposa saiu de repente e comeu todas as galinhas mais depressa que um cantar de galo.
O rei, soltando chispas, ordenou que encerrassem o pinto no louceiro.
- Qui-qui-ri-qui, qui-qui-ri-qui, quero as minhas moedas já aqui!- Tornou a gritar o Pinto Careca.
E como abriu o bico um pouco mais, o pinheiro saiu cá para fora e a louça caiu ao chão quebrando-se em mil pedaços.
O rei furioso, pôs-se a gritar e ordenou que metessem o Pinto no pote de azeite.
O Pinto Careca esticou a cabeça e gritou ainda mais forte:
- Qui-qui-ri-qui, qui-qui-ri-qui, quero as minhas moedas já aqui!
E como abriu tanto o bico, a coruja levantou voo, bebeu o azeite e deixou o pote seco.
O rei estava tão furioso que deitava fumo pelas orelhas.
Assim, decidiu comer o Pinto sem demora.
E mandou acender o forno para assá-lo com penas e tudo.
Então o Pinto Careca gritou com todas as suas forças.
- Qui-qui-ri-qui, qui-qui-ri-qui, quero as minhas moedas já aqui!
E como tinha o bico aberto de par em par, saiu-lhe da garganta um caudal de água que apagou as brasas do forno.
Depois, a água começou a borbolhar e a correr pela cozinha, pelos corredores e por todo o palácio.
O rei, que era um caguinchas, teve medo de morrer afogado e apressou-se a devolver as moedas de oiro ao Pinto Careca, para que desaparecesse de vez.
Felizes e contentes, o Pinto Careca, a raposa e a coruja recolheram as moedas de ouro, montaram o pinheiro, a cavalo, e foram, os três juntos, rio abaixo.
E viajaram pelo mundo, tão felizes, até ao dia que o pinheiro resolveu ganhar raizes.
Vitória, vitória, acabou-se a história!